domingo, 27 de janeiro de 2013

História com H de Edu Ribeiro-Nossa Estação Ferroviária de São José dos Campos


Quem já não passou pela frente da Estação Ferroviária de São José dos Campos e viu o descaso geral do abandono onde um dia alavancou o progresso de nossa cidade.
A Estação que teve suas obras iniciadas em 1922 e somente inaugurada em 1925 teve também sua história de muita luta e adversidades políticas.
Voltemos um pouco no tempo; precisamente em 1876, temos a primeira inauguração de nossa estação de trem realizada pela E. F. do Norte com a linha original que provinha da cidade de Jacareí que passava pelo Bairro Limoeiro, o qual teve uma estação aberta em 1894. O segmento desta linha cruzava o ribeirão Vidoca e tinha uma longa subida até a Avenida Anchieta até alcançar o plano no cruzamento entre Avenida São João com a Avenida Nove de Julho. Nesta época o comércio ficou abundante, grandes armazéns, terminais de cargas, e com o progresso, em 1887, foi criada a principal estação com o escritório da Companhia, onde hoje se localiza as instalações da estação de águas da Sabesp, próximo ao Tênis Clube.
Logo foi substituída, pois fatos históricos relatam que foi construída em madeiramento e de tamanho pequeno, difícil acomodação. O acesso principal para pedestres era então pela Av. João Guilhermino cortada pelas belas palmeiras imperiais que terminavam à frente da estação.
Em busca de melhor segmento da linha férrea a mesma acompanhou o trajeto pelas encostas do vale do rio Lavapés, tendo uma excelente declive e retorno pela várzea.
Tudo estava em perfeitas condições, desde que 1915 um grande acidente mudou totalmente a historia.
Devido esta fatalidade de grandes proporções, a então EFCB – Estrada de Ferro Central do Brasil resolve mudar o traçado da ferrovia com a criação de um novo traçado na área da várzea, conhecida por nós como área do banhado.
Seu novo traçado foi projetado pelos belos Campos de Santana, onde foi construída a nova estação ferroviária que hoje conhecemos na Av. Sebastião Gualberto, uma arquitetura dinâmica e abrangente. Na época o medo tomou conta devido à preocupação econômica vista no centro com o apoio da oposição contrária ao novo projeto.
O então “Correio Joseense”, comandado pelo editor Napoleão Monteiro, fez com que as obras parassem e novamente estudadas para que a nova estação fosse apenas terminal de cargas e a antiga fosse utilizada para estação de passageiros, alem de propostas como rebaixo dos trilhos em forma de trincheiras que não vingaram.
As obras da nova estação ferroviária foram iniciadas em 1922 e somente em 1925 foi inaugurada, juntamente com a desativação e demolição da antiga, e em seu lugar construído o complexo da Sabesp para abastecimento de água. Tenho absoluta certeza que hoje, muitos joseenses passam por este local e nem imaginam que ali um dia existiu a primeira estação ferroviária de São José dos Campos a qual alavancou o progresso de nossa cidade que vemos com orgulho.
Hoje o descaso político, social e diria até econômico faz desta maravilha histórica um dos amontoados de monumentos esquecidos e sendo deteriorados pelo tempo. Órgãos competentes de nossa cidade deixam transparecer o desrespeito da consciência de um patrimônio histórico, aparentando apenas preocupar com fatores inservíveis a comunidade Joseense.
Abraços e até a próxima do Edu Ribeiro   





 




   
Fonte: estações ferroviárias 

História com H de Edu Ribeiro-“Um alicerce feito para o caminho ao Céu” – Capela de São Miguel de São José dos Campos


Diariamente passamos a frente de um local onde muitos desconhecem a sua importância e deparamos com o fato de um dia ter sido o primeiro cemitério público de São José dos Campos.
Estou falando da Capela de São Miguel, construída em meados do século XIX (1851 – 1863) como um contexto importante como monumento do 1º Cemitério Público.
O cemitério foi edificado em 1832 e 1834, tendo seu primeiro sepultamento em 1836, esta cultura de costume da sociedade se fez pela mudança de comportamento observando as condições de higiene e saúde do município que anteriormente sepultavam seus entes dentro das igrejas, visando assim uma condição mais salubre à comunidade.
O atual Cemitério Municipal foi edificado em 1882 com um espaço “maior e mais distante do centro” na época.
A Capela de São Miguel seria a entrada do antigo cemitério, foi edificada em alvenaria de tijolos e argamassa de barro com 
campanário – torre sineira, que segundo relatos foi construída por escravos.
Passou por diversas reformas como ampliação da parte posterior abrigando assim o altar e também abrigar os corpos que são velados até os dias de hoje.
Sua preservação é de responsabilidade do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural (COMPHAC).
Atualmente é cercada por diversas edificações, mas mantém suas
características como o cruzeiro – símbolo de devoção e ícone da fé religiosa.
Quando passa a frente da Capela de São Miguel, observe atentamente o fator histórico que temos em nossa cidade que por muitos é descartado e ignorado.
São José dos Campos tem seus fatos históricos deslumbrantes aos nossos olhos, basta-nos apenas observá-los e admirarmos.
Aguardem até a próxima matéria que vem recheada de conhecimentos históricos de nossa querida São José dos Campos.   
  Abraços e até a próxima do Edu Ribeiro  
Créditos/Fotos: Acervo fotográfico FCCR – SJC 
Capela de sao miguel

Capela de sao miguel 2

História com H de Edu Ribeiro-VOCÊ SABIA QUE JOSEENSES LUTARAM NA 2ª GUERRA MUNDIAL?


Sempre em busca de novos desafios dos fatos históricos que abrangem nossa cidade me deparei com algo interessante bem no centro de nossa cidade. Na orla do banhado vi uma grande estatua de um soldado com a bandeira brasileira nos braços, pés sobre uma pedra e fui observar de perto e vi a importância extrema que tem, tenho absoluta certeza que muitos acham apenas como um belo adorno da linda vista que temos do banhado. Trata-se do monumento ao Soldado Expedicionário, onde tive o privilégio de conhecer um pessoalmente com muita saúde e lúcido, mesmo com a idade existente morando bem na região central de nossa cidade. Para abrilhantar ainda mais esta matéria procurei um dos maiores pesquisadores históricos de nossa cidade o Prof. Sr. Douglas de Almeida, rapaz jovem, mas muito focado em suas pesquisas.
Abaixo o trecho de nossa conversa:

Douglas, você como pesquisador histórico de nossa cidade o que você diz sobre a não observação deste lindo monumento pelos cidadãos joseenses?
A maioria das pessoas que utilizam o transporte público em São José dos Campos passam todos os dias pela Orla do Banhado. Operários e estudantes, diaristas e professores, crianças e idosos, a maioria dessas pessoas tem a chance de contemplar o Banhado, cartão postal de nossa cidade. Em meio à agitação da vida cotidiana de uma cidade como São José dos Campos, percebe-se certo desconhecimento por parte dos joseenses da existência dos monumentos históricos que estão localizados na Orla do Banhado. Um deles em particular é o Monumento ao Soldado Expedicionário. Trata-se de uma obra com mais ou menos três metros de altura onde um soldado expedicionário está de pé sob uma pedra erguendo a bandeira nacional em sinal de vitória. Abaixo da estátua, cravado na pedra está o dístico da Cobra Fumando, símbolo da Força Expedicionária Brasileira (FEB).
Para entender melhor o que realmente foi a Força Expedicionária?
 A FEB foi à primeira força terrestre a lutar fora do território nacional. Composta por 25 mil homens, a FEB atuou no Teatro de Operações da Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Nesta época o território italiano era dominado pelas forças nazifascistas de Benito Mussolini e Adolf Hitler. A guerra se desenrolava na Península Itálica entre as forças Aliadas e as forças do Eixo. Desde julho de 1944 a julho de 1945, a FEB permaneceu na Itália como um exército das forças Aliadas. Os brasileiros demonstraram sua importância na derrota das forças ítalo-germânicas as empurrando cada vez mais para o norte da Península Itálica.
Este fato você tomou conhecimento de que jeito, porque lhe chamou a atenção este assunto?
      Quando era um simples garoto em idade escolar, o Monumento ao Soldado Expedicionário sempre chamava minha atenção. Logo, percebi que havia um local vazio na pedra fundamental do monumento indicando que a placa original havia sido retirada. Não havia nenhuma placa de identificação, por isso sentia uma enorme vontade de conhecer a história por de trás daquele monumento. De fato, a sombra enigmática do significado deste monumento continuou em minha memória durante toda minha infância e adolescência, até que aos 19 anos já como aluno do 1° semestre do curso de História da Universidade do Vale do Paraíba decidi pesquisar a História dos brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial, e assim cumprir as exigências do trabalho de conclusão de curso a ser apresentado no final da graduação. De um jovem que ingenuamente cortejava a guerra, esta pesquisa contribuiu para meu amadurecimento e iniciação na pesquisa e desenvolvimento científico.

Esta guerra durou até quando?
A Segunda Guerra Mundial teve fim no ano de 1945 e apenas em 1981 os ex-combatentes de São José dos Campos receberam a sua justa e merecida homenagem pelos serviços prestados ao país. Hoje, 67 anos depois do maior conflito mundial da História, poucas pessoas conhecem a história da Força Expedicionária Brasileira.
Realmente um fato histórico que deveria ser mais abrilhantado para nós joseenses, não acha?
Precisamos de políticas publicas de incentivo a preservação da História de nossos patrimônios históricos. Patrimônio não deve ser entendido apenas como algo que não deve ser alterado. Preservar é mais do que não alterar. Apenas com a preservação da história o patrimônio adquire um significado.  
 Aguardem até a próxima matéria que vem recheada de conhecimentos históricos de nossa querida São José dos Campos. 
 
Abraços e até a próxima do Edu Ribeiro 
Foto: Prof Douglas de Almeida Silva

JORNAL

SOLDADO EXPEDICIONARIO

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Zapata: a primeira boate de São José


Em tempos de balada e azaração tecnológica há quem se recorde da primeira casa noturna de São José: a Zapata Disco Club. Fundada por volta de 1975, o local era ponto de encontro para quem queria passar a noite ao som de ritmos como bolero, tango e samba-canção, bem diferentes dos atuais.

O advogado Antonio Nunes de Moraes Neto, um dos proprietários da boate ao lado do sócio Fábio Egídio de Carvalho, conta que o espaço inaugurou a vida noturna da cidade. “A Zapata foi a primeira boate de São José, era muito bem frequentada e recebia toda semana seu público fiel”, afirma.

Aberta de terça a domingo, o dia da agitação na casa noturna era o sábado. Para entrar o público pagava 30 cruzeiros, o que dava direito a dois drinques. “Os dias quentes eram sexta e sábado. Com capacidade para 300 pessoas a boate ficava lotada. Além das bebidas também eram servidos quitutes”, diz Antonio Nunes.

Localizada na avenida Doutor Nelson Dávila, espaço onde antes funcionava o restaurante “Bolão”, a boate contava com bar, pista de dança e mesas ao seu redor. “Assumimos a casa, melhoramos a iluminação e os equipamentos. O som que era fraquinho, ainda com fita K7, foi substituído por um potente discotecário.”

Durante seu auge a Zapata recebeu atrações como Vinícius de Moraes, Toquinho, além de artistas locais. “Chegamos levar a escola de samba Bafo de Onça para se apresentar na Zapata. Foi um show de passistas e fantasias”, lembra Nunes.

Badalação. O endereço da diversão noturna era tão badalado que havia até colunistas sociais para retratar a presença de promotores, empresários e funcionários públicos que frequentavam a boate.

Com a chegada da disco music, no fim dos anos 70, a Zapata ganhou Luiz Sobral como terceiro sócio e juntos os proprietários transformaram o espaço em uma verdadeira discoteca. “Trocamos todos os equipamentos de som, colocamos luz negra, foi uma festa. Fomos modernizando de acordo com a época”, diz Nunes Neto.

A Zapata encerrou suas atividades em junho de 1979 e as atrações daquela noite especial foram o musical Esquema Dez e Bandinha Junina.

Nostálgico, o proprietário da boate pioneira destaca que hoje o conceito de agito noturno é outro. “Ainda encontro pessoas que recordam com saudade da Zapata. Foi um tempo marcante. Sempre gostei da noite, de dançar e ser proprietário de uma casa noturna marcou minha vida”, afirma.    
Terça-feira, 25 de Outubro de 2011
Fonte:  http://www.ovale.com.br/viver/zapata-a-primeira-boate-de-s-o-jose-1.173133    


Renata Del Vecchio
Especial para O Vale

sábado, 10 de setembro de 2011

Moradores lutam pelo tombamento e preservação da Cerâmica Weiss

Moradores lutam pelo tombamento e preservação da Cerâmica Weiss



O patrimônio industrial da antiga Cerâmica Weiss, parte importante da história industrial de São José dos Campos (SP) e do Brasil, fundada em 1941, e fechada em 1996 após a empresa ter decretado falência, está agora ameaçado de desaparecer para sempre.



Localizada no Bairro Tradicional de Santana, a Cerâmica Weiss teve seu patrimônio incorporado pelo Banco do Brasil durante o processo de falência. Durante muitos anos os moradores de Sâo José dos Campos lutam para que se preserve este patrimônio, através de tombamento, e se dê um uso cultural e social para o espaço.

Acontece que agora este patrimônio foi vendido pelo Banco do Brasil para uma construtora de São Paulo, chamda GoldFarb, que além de pretender demolir todo esse importante marco histórico da cidade, pretende ali construir diversos edifícios de apartamentos e um Shopping Center.

A área da Cerâmica Weiss foi ocupada como residência há dez anos por ex-funcionários desempregados, e até mesmo pelo ex-proprietário da cerâmica, Leopoldo Weiss, hoje com 83 anos. Todos já foram intimados a abandonar o local. Após decretar falência, a cerâmica deixou cerca de 200 pessoas desempregadas.



A Construtora GoldFarb pretende também expulsar as 29 familias que lá residem há mais de 50 anos, moradores da antiga Fábrica e da Vila Operária Weiss, basicamente ex-trabalhadores da antiga cerâmica. Muitos pessoas foram morar lá com consentimento do proprietário na época, por conta de dívidas trabalhistas. E essas pessoas não participaram do processo de falência e não tiveram chance de defesa.

Todo este processo faz parte da grave especulação imobiliaria que vem ocorrendo no bairro, incentivada pela Construção da Via Norte pela Prefeitura Municipal, onde recentemente no Jornal Valeparaibano, foi anunciada a construção de aproximadamente 800 edificios.

Rosa Weiss, 52 anos, que tem uma microconfecção na área da antiga cerâmica e é filha dos antigos proprietários da empresa afirmou que a construtora vem realizando um ‘terror’ psicológico nos moradores. Segundo ela, não foi dado até agora nenhuma abertura de negociação.

Tombamento será tema de campanha

Assim como o Vicentina Aranha, o Espaço Mário Covas e a Igreja São Benedito, a área de 25 mil metros quadrados da antiga instalação da Cerâmica Weiss pode se tornar mais um patrimônio histórico de São José.

A Defensoria Pública informou que já tramita um recurso sobre o assunto nos órgãos responsáveis. Além do recurso, um abaixo-assinado iniciado pelos moradores vai percorrer os bairros da cidade com esse objetivo.

Segundo os organizadores da Campanha pela preservação da Weiss, vários são os objetivos da luta em defesa da conservação do antigo prédio da Cerâmica Weiss, como transformar a antiga Cerâmica em uma escola de cerâmica aproveitando todo o material cerâmico que ainda existente, com o auxílio de toda a experiência dos ex-funcionários, e do último ceramista administrador da Weiss, Leopoldo Weiss, para atuarem como professores.

Outro objetivo é a construção de um museu sobre cerâmica com o objetivo de reunir, organizar e divulgar exposições de objetos cerâmicos, publicações, entre outros meios, as informações e materiais relativos à história da industrilaização da cidade e o importante papel da indústria cerâmica neste período, resgatando a memória de outras indústrias já esquecidas, como a Cerâmica Eugenio Bonadio, primeira indústria que aqui se instalou por volta de 1921.

Pretendem também constituir o Centro de Artesanato com espaço para aulas e venda de produtos dos artesãos da região incluindo área de alimentação beneficiando os moradores do entorno, a exemplo do que ocorreu nas Docas em Belém do Pará.


O engenheiro e ambientalista Vicente Cioffi, Membro da Coordenação da Campanha pela preservação da Weiss está correndo na internet um abaixo-assinado em prol da defesa deste patrimônio.

Se você quiser colaborar com a iniciativa, basta copiar o texto do abaixo-assinado a seguir, preenchê-lo com seus dados, e enviar para

vicentecioffi@gmail.com

------------------------------------------------ copie o texto abaixo -----

ABAIXO ASSINADO COM PEDIDO DE TOMBAMENTO/PRESERVAÇÃO DA ANTIGA CERAMICA WEISS

Nós cidadãos abaixo assinados vimos por meio do presente requerer ao COMPHAC, CONDEPHAAT e IPHAN - CAMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO o TOMBAMENTO COMO PATRIMONIO HISTÓRICO CULTURAL E/OU A TRANSFORMAÇÃO EM ELEMENTO DE PRESERVAÇÃO do Antigo Complexo da Fabrica Cerâmica Weiss, pela sua importância histórica no município de São José dos Campos – SP em face da produção ceramista na região reconhecida nacionalmente e internacionalmente, bem como por ser um marco, um ícone da história Joseense e uma referência cultural e memorial, tradicional de todos os moradores do município particularmente da região de Santana. Garantindo-se ainda a moradia a todos aqueles que ali residem a mais de cinqüenta anos.

Assinado:

NOME:
RG:
E-MAIL:
MUNICIPIO:
UF:

FONTE:http://porcelanabrasil.blogspot.com/2009/04/moradores-lutam-pelo-tombamento-e.html

terça-feira, 13 de abril de 2010

BANDA JOSEENSE TRILHAS & RAIZES





A Banda Trilhas & Raízes, formada no ano de 2000, vem se consolidando cada vez mais como uma das bandas de maior repercussão no cenário do reggae brasileiro. Ao longo desses sete anos, as músicas: “Sob o Céu”, “Siga seu Caminho”, “Fonte de Vida” e “Seguindo as Estrelas” foram executadas em várias rádios do país e exterior, e é cantada pelo público em todos os shows da banda. O TRILHAS & RAÍZES vem se destacando cada vez mais em suas apresentações ao vivo, onde já dividiu o palco com grandes nomes da música nacional, como: O Rappa, Nação Zumbi, Gabriel O Pensador, Detonautas, Natiruts, Planta e Raiz, Ponto de Equilíbrio, Tribo de Jah, Edu Ribeiro e Pato Banton. A banda mostra muita maturidade e potencial em sua nova fase independente, lançando um single com a música: “MAIS UM VERÃO”, que já começa a ser executada nas principais rádios do país. Daniel Young (baixo), Kallil Mello (vocais), Karyna Rodrigues (vocais), Lincoln Borges (guitarra solo), Rogério Lekinho (guitarra base), Fabinho (teclados) e Vandré Soares (bateria), tem sempre a preocupação de serem fiéis na qualidade musical, com um repertório que passeia pelas canções clássicas do reggae nacional e internacional e composições próprias da banda. Com muita vibe positiva, fazem do palco uma verdadeira brincadeira musical, sem nunca deixar de lado seus inspiradores: Bob Marley, Israel Vibration, Steel Pulse, Peter Tosh, Cidade Negra e outros.


Integrantes


Kallil Mello – vocal
Karyna Rodrigues – vocal e backing vocal
Daniel Young – baixo
Fábio Viana – teclado
Vandré Soares – bateria
Lincoln Borges – guitarra solo
Lekinho – guitarra base

BANDA JOSEENSE MACKZERO 5




MACKZERO 5

Um dos precursores de uma forte cena independente que existe hoje no Vale do Paraíba (região industrial localizada entre Rio e São Paulo), o Mackzero5.
Influenciados principalmente pelo rock britânico e pelo pop dos anos 80, ao longo de sua história o Mackzero5 conseguiu construir uma identidade musical muita própria, o que a difere bastante das bandas do atual cenário brasileiro. Vocais fortes, letras inteligentes e com melodias marcantes, guitarras eletrizantes e cheias de efeitos, timbres de teclado muito bem escolhidos, além de uma cozinha de baixo e bateria coesa. Esta química faz com que o som do Mackzero5 soe grande, para se tocar em grandes estádios.
. Embora alguns integrantes da banda já toquem juntos há bastante tempo em outros projetos, o trabalho do Mackzero5 iniciou-se efetivamente em 2002, ao gravarem a trilha sonora para o seriado infantil “Ilha Ra-tim-bum “, da TV Cultura. . De lá pra cá já venderam cerca de 10.000 cópias de seus 2 primeiros CDs. Além disso possuem várias músicas inclusas na programação das principais rádios de sua região.
Com seus shows sempre lotados e com o público cantando em uníssono suas músicas, o Mackzero5 quer agora dar uma passo ainda maior: Mostrar para o Brasil a música que o publico do Vale do Paraíba e do interior de São Paulo já é fã há muito tempo.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

IGREJA MATRIZ DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS -SP




Igreja Matriz de São José

Em 1643, foi erguida a primeira capela da cidade, numa época em que ainda existia a aldeia de índios, nossos primeiros moradores. A primeira Igreja Matriz desabou em 1831, outra foi construída e logo demolida para dar lugar a atual, inaugurada em 1934. A região onde ela está localizada é o marco zero de São José.


Praça Padre João, s/n - Centro
Tel: (12) 3921.5516
3ª a Sábado das 7h às 18h,
Domingo das 7h às 9h e 17h30 às 19h

MEMORIAL AEROESPACIAL BRASILEIRO


Memorial Aeroespacial Brasileiro

Construído pelo CTA – Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial – em parceria com a Associação Brasileira de Cultura Aeroespacial (ABCAer) e com colaboração da prefeitura e de empresas ligadas à aeronáutica e ao espaço, foi inaugurado em fevereiro de 2004.
Seu acervo mostra maquetes de diversas aeronaves de produção nacional, réplicas de foguetes, aviões e mísseis de uso das Forças Armadas.
Mostra também projetos desenvolvidos por alunos do ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica – e pesquisas realizadas no CTA, como o motor de carro a álcool.
Av. Brigadeiro Faria Lima, s/n – Próximo ao Aeroporto
Tel: (12) 3947-3046
De 6ª a domingo, das 10h às 17h

MUSEU DE ESPORTES DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS -SP


Museu de Esportes

Centro de exposições da memória esportiva. Possui um acervo de fotos, vídeos de competições, troféus e medalhas conseguidos por times da cidade através de participações em várias modalidades esportivas. É uma viagem pela história do esporte em São José dos Campos.
Praça Afonso Pena, 29 – Centro
Tel: (12) 3921-4112
De 2ª a 6ª, das 8h às 18h e sábados das 8h às 14h

BIBLIOTECA MUNICIPAL


Biblioteca Municipal

Construído em 1910, o prédio da atual Biblioteca Municipal Cassiano Municipal foi, inicialmente, o “Theatro São José”, que durante as décadas de 10 e 20 foi o centro cultural do município. Abrigou em outros períodos a Prefeitura e a Câmara Municipal. Na década de 80 foi restaurado e recebeu adequações para sediar a biblioteca pública.
É preservado pelo Comphac (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural ).
Rua XV de Novembro, 99 – Centro
Tel: (12) 3921-6330
De 2ª a 6ª, das 8h15 às 17h e sábados, das 8h15 às 12h45

PARQUE SANTOS DUMONT


Parque Santos Dumont

Área verde no coração da cidade com uma pista pavimentada e equipamentos de ginástica para a prática de exercícios e corrida. À disposição do usuário o parque mantém vários quiosques com churrasqueiras, uma pista de skate, uma quadra poliesportiva e playground. Para o lazer contemplativo, um jardim japonês e um lago de criação de peixes e aves. Conta com os protótipos dos aviões Xavante e Bandeirantes e maquetes de foguetes da família Sonda.
R. Prudente Meireles de Moraes, 100 – Vila Adyana
Tel: (12) 3921-7066
De 2ª a domingo, das 7h às 19h

terça-feira, 30 de março de 2010

ANTIGO FÓRUM DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP



Antigo Fórum

Com características arquitetônicas em estilo art-déco, foi construído em 1936. Possui obras feitas em 1974 pelo artista plástico taubateano Anderson Fabiano. Foi sede do Fórum até 1979. Hoje é utilizado pela Coletoria Estadual e pelo Posto Fiscal do Estado.
Praça Afonso Pena, 74 – Centro

TEATRO BENEDITO ALVES DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS -SP


Teatro Benedito Alves

Construído da década de 10, tornou-se um grande pólo cultural da região, com apresentações de companhias do exterior. Nele aconteciam animados bailes carnavalescos. Foi o antigo Teatro Municipal e hoje está em processo de restauração.
Avenida São José, 955 – Centro

IGREJA SÃO BENEDITO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS -SP




Igreja São Benedito

Construída em 1870 com recursos vindos das festas e quermesses em louvor ao “Santo Preto”. Quando a Igreja Matriz foi demolida, nos anos 30, a Igreja de São Benedito serviu como sede da paróquia. Hoje é tombada pelo patrimônio histórico e está em processo de restauração.
Praça Afonso Pena, 267 – Centro

CAPELA SÃO MIGUEL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS -SP

LARGO SÃO MIGUEL NOS ANOS 30 E 40

Capela São Miguel

A primeira capela foi construída entre 1851 e 1863 para ser usada nos velórios do cemitério público, localizado naquele local. Em 1930 foi construída a atual, que é preservada pelo Comphac.
Largo de São Miguel, 66 – Centro

MERCADO MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP

MERCADO MUNICIPAL NOS DIAS DE HOJE
MERCADO MUNICIPAL EM 1938
MERCADO MUNICIPAL EM 1970
Mercado Municipal

Suas bancas e lojas oferecem frutas e legumes, flores e ervas medicinais, carne, peixes e muitos outros produtos. Nas lanchonetes e pastelarias , a conversa e a cerveja são acompanhadas pelos tradicionais pastéis e pelo típico e saboroso bolinho caipira. Por sua longa tradição como centro de compras, o Mercado Municipal é parte importante da história da cidade. Foi construído em 1923 e restaurado e revitalizado em 1994.
Endereço: entre as ruas Siqueira Campos, Sete de Setembro, Sebastião Húmel e Travessa Chico Luiz - Centro

EMBRAER




Embraer
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Embraer
Tipo
Sociedade Anônima (BM&F Bovespa: EMBR3 / NYSE)

Fundação 19 de Agosto de 1969

Sede São José dos Campos, Brasil

Pessoa(s) chave Ozires Silva
Maurício Botelho
Frederico Curado

Empregados

• 23.855 (2007)
• 17.389 (Fevereiro de 2009)

Indústria
Aeronáutica / Defesa

Produtos Aviões, serviços e material de defesa

Website
www.embraer.com.br

A Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer) é uma fabricante brasileira de aviões para uso comercial, executivo, agrícola e militar.
É a terceira maior fabricante de aviões do mundo, atrás da Boeing e da Airbus, e uma das maiores companhias exportadoras do Brasil em termos de valor absoluto desde 1999. Detém também a maior carteira de pedidos entre os fabricantes de jatos regionais de passageiros.
Está sediada na cidade de São José dos Campos, interior do estado de São Paulo, com diversas unidades no Brasil e exterior, inclusive uma joint-venture na China, a Harbin Embraer. Para teste de aviões, a companhia possui uma pista de pouso e decolagem na cidade de Gavião Peixoto, cuja extensão, de 5000 metros, a tornou terceira mais longa do mundo.


Índice
• 1 Histórico
o 1.1 Formação
o 1.2 Cooperação e crise - Década de 1980
o 1.3 Crescimento internacional
o 1.4 Reestruturação societária
•
Histórico
Formação


A Embraer nasceu como uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um projeto estratégico para implementar a indústria aeronáutica no país, em um contexto de políticas de substituição de importações.
Fundada no ano de 1969, seu primeiro presidente foi o engenheiro Ozires Silva, que havia liderado o desenvolvimento do avião Bandeirante.
Inicialmente, a maior parte de seu quadro de pessoal formou-se pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) do Centro Técnico Aeroespacial (CTA). De certa maneira, a Embraer nasceu dentro do CTA.
No ano de 1980, houve uma fusão com a Indústria Aeronáutica Neiva, que se tornou sua empresa subsidiária.
Durante as décadas de 70 e 80, a Embraer conquistou importante projeção nacional e internacional com os aviões Bandeirante, Xingu e Brasília.
Atualmente a empresa encontra-se em ascendência, com muitos contratos de venda, e expandindo-se não somente em espaço físico, mas também em número de empregados, contando com cerca de vinte mil empregados, dos quais aproximadamente doze mil são diretos e oito mil indiretos.
Cooperação e crise - Década de 1980

Ao iniciar uma parceria com a Itália em 1981, foi possível elaborar o caça de ataque ar-terra AMX, considerado um importante salto tecnológico para a elaboração de novos projetos.
Em 1986, Ozires Silva deixou a presidência da empresa para assumir a Petrobras.
Em 1988 deu início ao desenvolvimento de um avião binacional, que seria projetado e construído tanto pela Embraer como pela Fábrica Militar de Aviones (FMA) da Argentina.
A aeronave teve a designação de CBA-123, sendo CBA a sigla para Cooperação Brasil-Argentina.
Em 1990, o primeiro protótipo voou, mas devido a o alto preço e a crise econômica e política da época, a produção foi descontinuada. Um dado curioso sobre o projeto, é que os motores foram colocados na parte traseira da fuselagem, com as hélices voltadas para trás.
O final da década de 80 foi marcada por uma grande crise financeira, que abalou a economia do Brasil e atingiu em cheio a Embraer, que quase foi à falência.
Em 1992, Ozires Silva foi convidado a voltar à presidência da empresa e a conduzir o processo de privatização.
Em 1994, durante o governo de Itamar Franco, a empresa foi leiloada, para depois passar por um longo processo de reestruturação e apresentar novos projetos que a tornariam uma gigante de setor.
A Embraer, antes de ser privatizada, estava a beira da bancarrota e sequer figurava entre as empresas com maior valor de mercado e, hoje, é avaliada em R$ 17 bilhões, além de figurar como a terceira maior fabricante de jatos do mundo
Tornou-se uma das mais importantes blue chips negociadas na Bovespa, e distribui dividendos a acionistas minoritários e funcionários.
Os novos controladores acionários passaram a ser os fundos de pensão Previ e Sistel (20% cada), a Cia. Bozano, Simonsen (20%), além de um grupo de investidores com participação acionária menor (total de 20%), formados pela Dassault, EADS, Snecma e Thales Group.
Após a privatização, a empresa foi presidida pelo engenheiro Maurício Botelho, substituído em 2007 por Frederico Curado.
Crescimento internacional


Maurício Botelho foi responsável pela reestruturação da empresa, principalmente no âmbito financeiro. O lançamento do projeto da família ERJ-145, jatos comerciais com capacidade de até 50 passageiros, foi um sucesso de mercado, que atingiu a marca de 1000 aeronaves vendidas em 2006.
O passo seguinte foram novos investimentos para a criação da linha de aviões EMBRAER 170/190, uma aposta no mercado de aviões de 70 a 120 lugares, originalmente classificados como E-Jets. Estes são um sucesso com 878 encomendas firmes e 915 intenções de compra.
No entanto, foram logo associados a um novo nicho de mercado, ocupado pelas principais empresas aeronáuticas (Major) e as de baixo-custo e baixa-tarifa (low-cost, low-fare).
Neste segmento, sua atual maior concorrente é a empresa canadense Bombardier com modelos de até 90 lugares. Ela não está tão bem posicionada no mercado, pois seus produtos são versões estendidas das aeronaves de 50 passageiros, tornando-os menos espaçosos e econômicos.
Em 2000, a empresa lançou ações nas bolsas de valores de Nova Iorque e de São Paulo.
Devido a subsídios adotados pela empresa canadense, o governo brasileiro entrou com um pedido de reparação na Organização Mundial do Comércio. A disputa durou alguns anos, e ambas as partes foram condenadas a adotar novas formas de financiamento aceitas internacionalmente para a venda, fabricação e desenvolvimento de suas aeronaves.
Em 2002, uma joint-venture com a China Aviation Industry Corporation II (AVIC II) criou a Harbin Embraer Aircraft Industry Co. Ltd. (HEAI), possibilitando a construção e venda de aviões ERJ-145 para o mercado da China.
Em 2004, foi criada uma associação com a empresa do ramo de defesa Lockheed Martin para o fornecimento de aviões de sensoriamento remoto com base no ERJ-145 para a marinha e aeronáutica dos Estados Unidos da América. No entanto, este projeto foi suspenso em janeiro de 2006.
Em 2005, um consórcio liderado pela Embraer foi declarado o vencedor no processo de privatização da OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal S/A, derrotando o consórcio ítalo-americano composto das companhias Alenia Aeronautica e Lockheed Martin[5].
No mesmo ano a empresa iniciou uma ofensiva comercial para ampliar sua participação no mercado de aviões executivos, presente apenas com o Legacy, cuja plataforma é o jato ERJ-135. Para tanto, iniciou uma reestruturação interna nessa área, organizada pelo seu vice-presidente de aviação executiva Luís Carlos Affonso.
Em maio, anunciou o projeto do Embraer Light Jet e do Embraer Very Light Jet. Juntamente com modelos em tamanho real, seus nomes oficiais foram divulgados durante a National Business Aviation Association (NBAA) em Orlando, EUA, em novembro, como Phenom 300 e Phenom 100, respectivamente.
Em janeiro de 2006, foi anunciado pelo presidente venezuelano Hugo Chávez, o veto dos Estados Unidos à venda de aviões de treinamento Super Tucano à seu país, por alegada transferência de tecnologia de origem norte-americana, presente na aviônica das aeronaves. Pelo mesmo motivo, foi anunciado veto à venda para o Irã.
Em Abril de 2008 foi anunciado o desenvolvimento de aviões intermediários entre o Phenom 300 e o Legacy 600, denominados Embraer Mid Light Jet e o Embraer Mid Size Jet, que foram batizados de Legacy 500 e Legacy 450, com entrada em operação prevista para 2012 e 2013, respectivamente.
O Legacy 450 terá alcance de 4.260 km (2.300 milhas náuticas) e o Legacy 500 de 5.560 (3.000 milhas náuticas).
A intenção é que em um período de dez anos, os jatos executivos representem 20% do total de vendas.
Reestruturação societária
Em 20 de janeiro de 2006, a Embraer anunciou um plano de reestruturação societária, segundo a qual o poder decisório será pulverizado entre todos os acionistas, pois todos os portadores de ações da empresa na Bolsa de Valores de São Paulo terão direito a voto. Além disso, o esquema no qual os fundos de pensão Previ, Sistel e a Cia. Bozano que controlam 60% das ações, desde sua privatização, será desfeito.
Maurício Botelho continuará na presidência do Conselho de Administração da empresa até 2009.
Em 14 de fevereiro de 2007, a empresa EADS vendeu sua participação acionária de 2,12% da Embraer por 124 milhões de euros.
Foi eleita pelo Great Place to Work Institute (GPTW) como uma das cem melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

PARQUE DA CIDADE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP



Parque Roberto Burle Marx

Mais conhecido como Parque da Cidade, parte do antigo Complexo Tecelagem Paraíba, fábrica de cobertores que foi destaque na fase industrial da cidade. Pertenceu à família Gomes e hoje parte das terras pertence à Prefeitura. Tem uma área verde ideal para se fazer caminhadas, piqueniques, enfim sentir-se mais próximo da natureza encontrando alguns elementos de nossa fauna como capivaras, macacos e garças.
As obras arquitetônicas assinadas pelo arquiteto Rino Levi (residência Olivo Gomes, a usina de leite e o Galpão Gaivotas - utilizado para grandes feiras e eventos) e o tratamento paisagístico de Roberto Burle Marx (incluindo os painéis existentes na residência), formam um dos mais importantes trabalhos da arquitetura moderna brasileira, dando ao Parque da Cidade reconhecimento internacional. Também conta com um anfiteatro para apresentações culturais e artísticas, palmeiras imperiais trazidas da Europa e outras construções que fazem parte da história da cidade.
Av. Olivo Gomes, s/n – Santana
Tel: (12) 3921-9382
De 2ª a domingo, das 6h30 às 17h30

BANHADO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP



Banhado

Pelo espetáculo da enorme extensão verde bem à margem da cidade, pela beleza do seu pôr-do-sol, o Banhado é considerado o principal cartão postal de São José dos Campos.
Compreendendo uma região imediatamente contígua ao centro urbano de São José dos Campos, constitui-se em um gigantesco anfiteatro natural que se abre após o declive abrupto, caindo sobre a várzea próxima como uma extensa planície que se alonga até o Rio Paraíba do Sul. Sua área totaliza 4.320.000 m².
Em 1939, o prefeito Francisco José Longo, no intuito de preservá-lo, desapropriou todo o lado direito da Av. São José, possibilitando a visualização de todo o banhado pela população.
No ano de 1984, a Lei Municipal 2792/84 declarou o Banhado como Área de Proteção Ambiental, restringindo e proibindo usos como, a implantação de indústrias, comércios e serviços, o parcelamento do solo e, as atividades extrativas, como a mineração.
Atualmente, encontra-se classificado pela Lei Complementar 165/97 de Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo, como Zona Especial de Proteção Ambiental, onde as restrições do uso e taxas de ocupação e impermeabilização objetivam a proteção ambiental, paisagística e histórica.